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A publicidade na era dos influenciadores digitais

Adilson Braga – Coordenador de marketing e Customer Success

Não sei você, mas eu tenho dificuldades em realizar decisões de compra. Nesse momento, ainda que motivado por necessidade, desejo ou simplesmente a vontade pela vontade, sempre recorro a uma opinião rápida de terceiros antes de fechar negócio. Especialmente quando envolve uma decisão mais comprometida (de bens duráveis, por exemplo).

Você pode ser diferente e comprar baseado simplesmente na sua opinião (e tudo bem!). Mas o que temos em comum é que estamos nas redes sociais, local de onde surgem 72% das decisões de compras pela internet.

E sabe aquele papinho de que a internet aproxima as pessoas? Pois é! Aqui a gente tem tanta intimidade que não é necessário conhecer alguém fisicamente para confiar em suas opiniões. Parece louco isso né?

É daí que surge o fenômeno dos influenciadores digitais.

7,2 bilhões de interações na internet. É o que essa galera produz! 

Isso mesmo! Convertendo o número acima, estamos falando que o universo de cerca de 230 mil influenciadores no país gera cerca de 54% de todas as interações dos usuários nas redes. Mas afinal, quem são eles?

Influenciadores são produtores de conteúdo que ganham relevância por suas produções. São usuários das redes sociais que inicialmente estão ali por hobby. A autenticidade, qualidade e periodicidade geram curtidas, comentários e compartilhamentos que os fazem subir em uma escala de relevância e confiança em nichos cobiçados pelas marcas. Ganham público, fama e concentram audiências específicas aprendendo seu jeito de comportar, falar e… consumir! Motivo pelo qual as marcas oferecem os ”famosos mimos” que são divulgados por eles.

Xuxa e Monange. Esse discurso ainda cola? 

A realidade é que na internet todos nós nos tornamos um pouco prosumers. Consumimos, ao mesmo tempo em que produzimos, refutamos e validamos campanhas, ao passo em que as marcas nunca precisaram criar tanta conexão emocional com seus consumidores  quanto agora.

Basta lembrar que antes era (um pouco) mais fácil acreditar em anúncios que traziam celebridades e verbos imperativos sugerindo boas experiências com produtos e serviços (Xuxa e Monange!)

Com a relação de proximidade com youtubers, bloggers, instagrammers e suas derivações, as celebridades (as de TV e revista!) se tornaram idealizadas e distantes. E mesmo nas redes sociais a gente já entendeu quando a parada é patrocinada.

O influenciador, pela possibilidade de estar em canais on-demand e pela forma como se expressa, tem uma pegada um pouco mais emocional e a sensação de espontaneidade e conexão ficam mais evidenciadas. Identificação é a palavra-chave que potencializa sua influência sobre nossas decisões de compra.

Aqui na WorldSense, nós também aproveitamos a influência para gerar links para anunciantes que desejam estar no contexto certo de seus potenciais consumidores. Com uma linha de publishers de relevância, é possível fazer da estratégia de conteúdo um excelente potencializador na construção de confiança e credibilidade de marca.

Se você ficou curioso, falei um pouquinho disso neste post aqui.

Estamos falando de conexão. E não apenas de performance!

O grande erro de marcas é acreditar que, pela proximidade com seu público, basta colocar seus produtos nas mãos dos influenciadores e pronto! A excessiva preocupação com performance transforma uma boa oportunidade em perda para ambos os lados.

Espontaneidade é um dos pilares para a conexão do público com o influenciador. Lembra do que falamos sobre a ausência desse fator nas celebridades? A marca que entende um influenciador só como a solução para seu ROI coloca em xeque a credibilidade dessas personalidades da internet e, por consequência, a sua. Pra relação ser “ganha-ganha”, é necessário pensar em co-branding.

Ao mesmo tempo em que as pessoas buscam conexão para uma compra, é importante que a marca entenda que seu papel é gerar identificação (primeiro com o influenciador e depois com seus fãs). Um influenciador satisfeito personifica a marca ao anunciá-la. Nessa relação consumidores são convertidos em fãs. Massa, né?

É preciso ser visto (no local certo!) para ser lembrado de um jeito legal

Se influenciadores estão demonstrando uma necessidade das marcas entenderem melhor o conceito de branding, é necessário que elas façam boas escolhas quando recorrem à estratégia. Com influencers em quase todos os nichos e redes sociais, é preciso ficar atento! Onde e como aparecer pode dizer muito da sua marca.

Na WorldSense, os anunciantes estão no foco da atenção de usuários interessados no assunto. Ao serem posicionados no conteúdo, complementam a experiência de leitura da audiência e é mais fácil serem lembrados, porque não atrapalham, mas auxiliam em um momento de descoberta.  E ainda se aproveitam da influência de canal ao estarem em conteúdos de relevância, já que na WorldSense só trabalhamos com publishers premium. Massa, né?

Se quiser conhecer um pouquinho mais de que fazemos, conte com a gente! Tem um mundo esperando sua marca contar suas histórias em nossos links.

Até a próxima

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